Quem nunca se deparou com pessoas que mesmo sendo profissionais com alto grau de conhecimento técnico, acabam não conseguindo trabalhar em equipe e por muitas vezes sentem dificuldade de executar coisas simples. Isso se deve a um único fator, somos feitos de relacionamentos e não de apenas de Q.I, a grande dificuldade está em não compartilhar com o grupo. Vemos que diversas empresas estão procurando investir em pessoas com facilidade de comunicação e principalmente capacidade de se relacionar.

Ou seja, os melhores alunos que obtinham notas altas e eram venerados pelos reitores, acabaram não sendo bem sucedidos ou tinham uma baixa expectativa de felicidade.

A importância da inteligência emocional nas equipes

Quando falamos em inteligência emocional, entendemos que é capacidade de lidarmos com momentos de pressão e tomadas de decisão através de um equilíbrio emocional. Mais do que isso, esta é uma habilidade vinculada a capacidade de entender as situações e mudanças inesperadas que se passam a nossa volta e transformar as mesmas em resultados positivos. Engajar as pessoas de sua equipe para um objetivo comum sem transtorná – las é fazer com que o ambiente se torne propício para o crescimento do indivíduo e a integração da equipe, não criando mais problemas dos que já existem.

Mesmo não querendo ligar o assunto a felicidade, as pessoas bem resolvidas e que se preocupam em proporcionar bons relacionamentos, através do bom humor, um sorriso ou um abraço, estas sim, são as verdadeiras lideranças e conseguem usar bem sua I.E.

 

equipes com inteligência emocional

Para comprovar e compartilhar com vocês este conhecimento, em 1975 o professor John Kotter, da Universidade de Harvard, comprovou que o resultado das notas dos alunos obtidas durante toda a faculdade, não impactava no sucesso profissional dos mesmos. Ou seja, os melhores alunos que obtinham notas altas e eram venerados pelos reitores, acabaram não sendo bem sucedidos ou tinham uma baixa expectativa de felicidade.

E qual seria os verdadeiros benefícios que teríamos dentro da nossa empresa buscando pessoas com essas capacidades de I.E?

Podemos definir 4 pontos essenciais para obter um entendimento claro do que estou falando. As pessoas que alcançam este comportamento obtêm resultados mais consistentes com os seus objetivos pessoais e profissionais.

 

  • Sobrevivência: as emoções nos indicam até que ponto podemos ir, nossos limites emocionais são ajustados para conseguirmos adaptar nossas reações e impedir que afetem diretamente nossa saúde física e mental.
  • Tomada de decisão: pessoas com alto equilíbrio emocional e que sabem fragmentar problemas e transformar em pequenas soluções, podem resolver de forma rápida uma tomada de decisão importante.
  • Comunicação: saber usar da nossa comunicação corporal para sinalizar nossos sentimentos e entender realmente quando é o momento para reagirmos a uma situação adversa.
  • União: o poder da transmissão da emoção é tão forte que pode unir equipes e torná-las insuperáveis nos resultados.

E a resiliência, o que ela é?

A resiliência é a capacidade do indivíduo de lidar com pressões, problemas ou a situações adversas sem que o mesmo seja atingido por um desequilíbrio emocional. Na verdade a resiliência é uma elasticidade emocional capaz do indivíduo ser impactado sem absorver consequências do evento. Este termo é muito mais restringente, ficando a habilidade de resistir, sendo uma capacidade de adaptação em um curto prazo.
Aprender e desenvolver estas duas formas de comportamento são desafios que todos que procuram crescer profissionalmente devem colocar em prática dentro da sua rotina. Estes nos capacitam a entender e nos relacionar com os fatores que definem os problemas das nossas vidas e torná-los mais amenos e menos complicados.

Enxergando as oportunidades no nosso cotidiano, conseguimos exercitar nosso comportamento e aplicar uma nova visão sobre como lidamos com nossos colegas e pessoas que fazem parte dos nossos resultados profissionais.
Então, vamos treinar?