Entenda o que são infoprodutos e os tipos mais conhecidos

Você sabe o que são infoprodutos e qual a sua importância para o mercado contemporâneo? Todo usuário da internet já se deparou com algum tipo de produto digital, e a tendência é que eles guiem experiências de mercado cada vez mais completas e interativas. De acordo com uma projeção da Forrester, divulgada no portal da Forbes, praticamente todas as empresas devem oferecer algum tipo de produto digital até o ano de 2030. Isso não significa exatamente que eles irão ditar os modelos de negócios em si, mas sim que seu uso se tornará indispensável em termos de marketing e de experiência dos clientes.

Mas o que isso significa? Para esclarecer melhor o assunto, a seguir, abordaremos melhor o conceito e alguns exemplos de infoprodutos.

Afinal, o que são infoprodutos?

Como o próprio nome sugere, os produtos digitais, ou infoprodutos, são todos os bens direcionados aos consumidores por meio da internet. Basicamente, eles são materiais que agregam algum tipo de valor ao usuário que o adquire ou o recebe.

Assim como as mercadorias “físicas” ou “tradicionais”, eles podem ser comercializados ou até mesmo entregues de maneira gratuita, seja para informar ou instruir os usuários.

O mais comum é que os conteúdos sejam encontrados nos formatos de vídeo, texto e áudio. Como exemplo, eles seriam como um filme, um curso ou uma música vendida no formato digital.

Na maioria das vezes, os consumidores utilizam os produtos digitais para:

Resolver problemas

Os infoprodutos podem conferir mais praticidade e agilidade aos consumidores que buscam soluções para seus problemas. Isso vai desde um curso de educação financeira online para quem quer organizar as finanças, passando por e-books de meditação para quem quer diminuir o estresse e até audiolivros para ouvir no trânsito quando não há muito tempo disponível para ler em casa.

Tirar dúvidas

As transformações do mercado às vezes tornam as experiências dos consumidores complexas, e um produto digital pode ser de grande ajuda, seja para substituir um longo manual de instruções ou mesmo para orientar os clientes sobre uma inovação que acabou de ser lançada. Da mesma forma, também é possível dar orientações mais básicas, como cuidados em saúde, adestramento de pets, dicas de decoração, entre muitas outras possibilidades semelhantes.

Aprender novos assuntos

Mesmo quando não são focados em problemas ou dúvidas específicas, os infoprodutos podem gerar comodidade e prestar informações sobre diversos temas, áreas ou assuntos. Pode ser o caso de um curso de instrumentos por videoaulas, de um e-book introdutório sobre um novo idioma, de um infográfico com dados sobre determinado mercado, um webinário de tendências de marketing, e assim por diante.

Quais os tipos mais comuns?

Agora que você já sabe o que são produtos digitais e para que eles servem, é fácil ter ideia como eles são encontrados na internet e quais são os padrões de design utilizados para enriquecer as experiências dos consumidores.

Conforme mencionamos acima, é recorrente que os infoprodutos sejam desenvolvidos nos formatos de áudio, vídeo e texto, sendo que seus tipos mais comuns incluem:

E-books e guias

Os e-books e guias são exemplos de produtos digitais bastante populares, que normalmente são usados em estratégias de marketing de conteúdo para atrair leads através de materiais interessantes, bem como para qualificar consumidores e aumentar o incentivo de compra.

Contudo, os livros e guias eletrônicos também podem ser as próprias mercadorias. É o caso das obras que as pessoas compram para ler no computador, em tablets ou e-readers, de tutoriais mais aprofundados que exigem pagamento, relatórios de empresas especializadas, receitas de chefs famosos, entre muitos outros casos que seguem esse mesmo padrão.

Webinários e podcasts

Os webinários funcionam como seminários online, no qual as pessoas acessam de qualquer lugar para informar-se, aprender e participar de debates. Eles também são utilizados em estratégias de marketing para aumentar a posição de referência das marcas, mas ainda podem exigir cobranças na sua participação caso tragam especialistas consagrados ou conteúdos com valor o bastante para as pessoas adquirirem seu "ingresso".

Já os podcasts se tornaram muito populares nos últimos anos. São conteúdos em áudio que funcionam como os tradicionais programas de rádio, tratando sobre temas de interesse do público. De acordo com a Pod Pesquisa 2020, quase 8% da população brasileira já consome podcasts, que também podem ser feitos de maneira mais formal, como aulas por áudio, ou ainda no formato de audiolivros.

Cursos e videoaulas

Por fim, os cursos e videoaulas se referem a exemplos de produtos digitais voltados ao aprendizado EAD, que pode ser bastante rentável e atender a diferentes finalidades educacionais, desde treinamentos corporativos, até qualificações em áreas específicas e lições em geral, como de instrumentos, culinária, marketing, entre inúmeros outros casos.

Mais que uma forma de difundir a aprendizagem e de torná-la mais interativa, eles também podem independer de cobranças. É o caso das empresas que vendem mercadorias com aulas online grátis sobre seu uso, de campanhas de marketing que apostam na conscientização do público e dos materiais educativos disponibilizados por entidades ou associações.